Estava pesquizando pelo youtube e achei essa pérola, aonde o Luciano magrinho e cabeludo é entrevistado pelo Gama no Jornal da Fonte deixando alí um extrato de como era Missões Goyazes.
É... vendo esses videos bateu uma saudade dessa galera e proporcionalmente a essa saudade um desejo profundo de que todos que caminharam com a gente no Missões Goyazes tenham compreendido o que realmente importa na vida e estejam vivendo a Vida plena em Cristo.
Abração!! Gd.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Águas que viraram choro!
Espero que cada coração que foi dilacerado pelas inumeras perdas de pessoas tão queridas seja com a mesma intensidade inundadas de conforto eterno, que Deus cuide e console cada coração do jeito que só ele sabe fazer.
A vida não tem sentido sem um profundo respeito a tudo e a todos, por isso cuide de toda vida que te cerca pois ao cercá-lo ela te protege.
Abração!! Gd.
domingo, 3 de janeiro de 2010
Minha igreja é um cardume
Desde os sete anos quando congreguei numa igreja pela primeira vez, na “igreja” batista em João Vaz em Goiânia era muito claro para mim que “igreja” era uma lugar, desde pequeno eu já concebia que tinha que ir à igreja para ouvir Deus e se não fosse estaria sem a proteção e totalmente vulnerável aos ataques do diabo. Lembro que nesta mesma época enquanto estava num domingo a noite sozinho em casa, porque tinha me recusado em ir à “igreja”, enquanto brincava no quarto vi uma sombra na parede que para mim era o próprio diabo... Resultado... Não faltei mais as reuniões da igreja e todos que souberam da minha visão assombrada reforçaram a idéia de que somente indo à igreja eu ficaria livre e protegido das investidas do diabo.
Dez anos se passaram e aos dezessete anos tendo passado também pela “igreja” batista do SPL em Goiânia e agora na “igreja” batista em Urias Magalhães aonde sou membro até hoje e esse hoje significa somar mais dezessete anos aos dez últimos, vejo uma “igreja” extremamente frágil e confusa na sua razão de existir a começar pela sua juventude que só é viva se for ativa, o que significa encontros regulares e vibrantes cheios de dinâmicas e mensagens penetrantes bem ilustradas e curtas, muita música, coreografia, teatro, festas rave, indor, acampamentos e congressos. Programas e atividades que tem o intuito de reafirmar que a “igreja” é o melhor lugar para ficar, isto é, um fim em si mesmo. Por outro lado existe os líderes da “igreja” que à organizam para que tudo continui funcionando bem, esses que já foram provados pelo tempo e atingiram a maturidade nos deram Ata, Estatuto, Regimentos Internos, CNPJ, um Livro Caixa e ainda um Conselho Fiscal, tudo isso com o objetivo da transparência e da austeridade.
Olhando todos esses adereços que a chamada “igreja” ganhou entendo o cansaço dos meus irmãos pois para manter essa roda gigante em movimento – que movimenta mais não anda – é muito louco e extremamente suicida, na verdade um tiro no pé... Ou será no coração? Pois a cada giro que essa roda dá a esperança de muitos pequeninos de Deus vão se perdendo – e nós sabemos a orientação de Jesus para tais pessoas que provocam a desesperança – aí você pode me perguntar Jesus não queria uma “igreja” organizada como essa? Quando disse à Pedro: “...Sobre essa pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela...” ?
Não, mil vezes não!!!
E para exemplificar quero utilizar o comportamento dos peixes, foi observando eles que encontrei nosso modelo perdido de ser Igreja que como peixes a cada encontro geraríamos o cardume que seria a Igreja, que morreria na margem do rio e renasceria outra no meio do mesmo rio e desfeito o encontro morreria outra vez renascendo mais adiante em qualquer lugar, pois para o cardume não haveria lugar... Somente encontros. O cardume é gerado não porque tem o dia e horário certo para acontecer, mas porque está no DNA no seu extinto natural, esses encontros não são um fim em si mesmo pois acabam pela necessidade do encontro virando alimento de outros peixes, isto é, esperança para outros que de outro modo não se manteriam e assim se mantém o ciclo da vida, que é aplicado ao animal, humano, existencial e eterno.
O cardume não se fixa, pois nada que é vivo se fixa mesmo às árvores presa as raízes voam como sementes para renascer logo adiante. Sendo assim entendo que quando Jesus falou em igreja pensou no modo de ser-cardume não ignorando o fato de que não é o cardume que alimenta o homem mais o peixe.
Gd Ney Brasil
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Olha como foi o 1º EXPEDIÇÃO!!
EXPEDIÇÃO - Vida Sustentável
Serra Dourada - Goiás Velho
15 de novembro de 2009
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
COP15

Em Copenhagen é a 15º vez que o mundo se encontra para tornar possível o futuro do planeta, ou melhor, da humanidade. Na verdade é a nossa qualidade de vida que está em jogo e precisamos ficar bem atento e tudo que está acontecendo lá.
Pessoas de todas as crenças e ideologia estão pensando o planeta, na verdade muitas pelo planeta mas também existe as que estão só para defender o interesse econômico de seus países.
O que o COP15 me mostra é o quanto o amor pela vida não tem franquia, não está preso a igrejas, sinagogas, catedrais, ou qualquer santo de deus o ajutamento de pessoas em torno de qualquer salvação encontra toda conspiração a favor, vinda dos céus "Mt 18.19 - Ainda vos digo mais: Se dois de vós na terra [concordarem] acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus." e essa conspiração é grandiosa, isto é, a presença do próprio Deus revelado em Jesus "Mt 18.20 Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles." Por isso fica bem claro para mim que as pedras estão clamando pois nós nos calamos essas pedras estão em Copenhagen ao redor de Jesus e nós estamos ao redor de quem?
Por isso fique de olho e aproveite esse clamor para se converter ao planeta, isto é, ao amor que tudo mantém.
Acesse: CPFL COP15
Gd.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Trilheira Aline! Parabénss!
Já faz 15 dias que estivemos na Serra Dourada, apesar de até hoje não ter conseguido postar as imagens da nossa trilha de 10 km ladeira acima e ladeira abaixo, gostaria de comentar uma experiência muito prazeirosa que tive lá e que me fez compreender o princípio básico de uma caminhada. A protagonista dessa minha experiência atende pelo nome de Aline, execelente instrumentista toca um violino maravilhosamente bem, mas nosso desafio não era um saráu, mas sim, uma trilha difícil e longa. Começamos a caminhada, logo depois de algumas dezenas de metro nossa Aline já tava querendo desistir e ela fez isso umas cinco vezes, dizendo que não conseguia mas e que não queria atrapalhar a subida de todos, aí juntamos com ela e começamos a caminhar nos passos dela, tudo bem que eu não fui muito sincero quando falei que logo depois do morro a trilha ficaria mais fácil, mas o legal foi que ela conseguiu e se animou tanto que até tomou a frente de todos e foi uma das primeiras a chegar.
O que isso me ensinou? Essa experiência me ensinou sobre nossa caminhada existencial de fé, me disse que muito mais que um sinal levantando a mão dizendo eu aceito Jesus... muito mais que isso, minha experiência com Ele é uma caminhada aonde Ele não me deixa desistir nunca, pois Jesus me entende e acerta os seus passos aos meus, aprendi que mesmo quando caio, tropeço ou escurrego faço tudo isso na companhia Dele, que me ajuda a levantar, tira as minha pueras e sara meus ferimentos.
É a certaza de que me relaciono com Jesus numa vida de caminhada que me tranquiliza, pois foi Jesus que escolheu por amor ser fiel a minha vida... é essa certeza que me salva.
Abração Aline!
Gd.
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